O material promocional tem que estar à altura do que você vende. Por mais que seja "só um folder" ou "só um flyer", o acabamento dele fala sobre o seu produto antes de o cliente ler a primeira linha. Se o que você vende é premium, o material que apresenta esse produto precisa comunicar isso — senão ele trabalha contra a sua marca.
Alguns exemplos: catálogos, folders, flyers, cadernos e livros em capa dura ou cartonada, tags, wobblers, móbiles e materiais de ponto de venda.
A embalagem é a cara da sua marca. É o primeiro contato físico entre o que você vende e quem compra, e é ali que a decisão de "isso aqui vale o preço" costuma se confirmar. Qualquer acabamento que agregue diferença — um verniz localizado, um relevo, um material diferente, um visor — é o que faz o seu produto se destacar na prateleira e na lembrança do cliente.
Alguns exemplos: caixas para alimentos secos e congelados, embalagens para medicamentos, caixas com visor, sacolas personalizadas e proteção para produtos em geral.
O rótulo identifica, informa e vende ao mesmo tempo — e precisa fazer isso enquanto aguenta manuseio, geladeira, umidade e tempo de prateleira. Cor fora do tom ou adesivo descolando não é detalhe técnico: é a percepção que o cliente tem do seu produto. Por isso a impressão aqui é flexográfica, com até 8 cores UV.
Alguns exemplos: rótulos, adesivos, tags, etiquetas em tubetes ou cartelas e selos de lacre.
É o que faz a sua marca ser vista de longe — na fachada, no evento, na feira, no ponto de venda. Formato grande não pode significar acabamento pequeno: material errado desbota, amassa e envelhece rápido, e aí a peça que deveria atrair passa a depor contra. A gente indica o material certo para onde a peça vai ficar e por quanto tempo.
Alguns exemplos: lonas, banners, painéis, faixas e materiais para fachada e ponto de venda.